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Avaliação da eficácia da buserelina na indução artificial e fertilidade em duas espécies aquáticas: matrinxã (Brycon cephalus) e rã-touro (Rana catesbeiana)

Processo: 06/60707-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Parceria para Inovação Tecnológica - PITE
Vigência: 01 de setembro de 2008 - 31 de agosto de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Convênio/Acordo: Ouro Fino Saúde Animal
Pesquisador responsável:Laura Satiko Okada Nakaghi
Beneficiário:Laura Satiko Okada Nakaghi
Instituição-sede: Centro de Aquicultura (CAUNESP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Empresa: Ouro Fino Saúde Animal Ltda
Município: Jaboticabal
Bolsa(s) vinculada(s):09/02420-1 - Avaliação da eficácia da buserelina na indução artificial e fertilidade em duas espécies aquáticas: matrinxã (Brycon cephalus) e rã-touro (Rana catesbeiana), BP.TT
09/02113-1 - Avaliação da eficácia da buserelina na indução artificial e fertilidade em duas espécies aquáticas: matrinxã (Brycon cephalus) e rã-touro (Rana catesbeiana), BP.TT
08/08220-1 - Avaliação da eficácia da buserelina na indução artificial e fertilidade em duas espécies aquáticas: matrinxã (Brycon cephalus) e rã-touro (Rana catesbeiana), BP.TT
08/08230-7 - Avaliação da eficácia da buserelina na indução artificial e fertilidade em duas espécies aquáticas: matrinxã (Brycon cephalus) e rã-touro (Rana catesbeiana), BP.TT
Assunto(s):Peixes   

Resumo

A buserelina é um análogo sintético do GnRH e vem sendo, nos últimos anos, muito utilizada na reprodução de peixes reofílicos e indução da rã-touro. Hormônios liberadores de gonadotropinas (GnRH) apresentam diversas vantagens, pois atuam no início da cadeia hormonal e estimulam o animal a sintetizar sua própria gonadotropina; a molécula não é altamente espécie-específica e possui estrutura simples com grande estabilidade estrutural; são eficazes em pequena dosagem de aplicação e seu uso é economicamente vantajoso. Portanto, o objetivo da presente pesquisa será testar a efetividade do hormônio buserelina na fertilidade, indução da ovulação (desova) e espermiação de matrinxã (Brycon cephalus) e rã-touro (Rana catesbeiana). Os experimentos serão realizados com animais pertencentes ao Centro de Aqüicultura da Universidade Estadual Paulista (CAUNESP), campus de Jaboticabal. Os matrinxãs serão divididos em três grupos: o primeiro induzido com buserelina, o segundo com o produto referência (Conceptal) e o terceiro com hipófise de carpa (grupo controle). Transcorrido o tempo necessário para a ação do hormônio, será realizada a extrusão dos gametas para a fertilização artificial. Os ovos serão então transferidos para incubadoras apropriadas. As rãs serão divididas em quatro grupos: o primeiro induzido com buserelina associado com um antagonista de dopamina (AD), o segundo induzido com o produto referência (Conceptal), também associado com um antagonista de dopamina (AD), o terceiro induzido com buserelina pura e o quarto induzido com o produto de referência puro (Conceptal). Cerca de 24 a 36 horas após a indução das fêmeas será realizada a extrusão dos ovócitos que serão fertilizados pelo sêmen coletado uma hora após a aplicação do hormônio nos machos. Os ovos fertilizados serão transferidos para bandejas adequadas onde serão incubados. Tanto nos peixes como nas rãs, para fins de se comprovar a eficiência do fármaco, serão avaliados por comparação de resultados os seguintes parâmetros: taxa de fecundidade, taxa de fertilização e taxa de eclosão. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
DO NASCIMENTO, NIVALDO FERREIRA; DA SILVA, REGIANE CRISTINA; VALENTIN, FERNANDA NOGUEIRA; FARIA PAES, MARIA DO CARMO; DE STEFANI, MARTA VERARDINO; OKADA NAKAGHI, LAURA SATIKO. Efficacy of buserelin acetate combined with a dopamine antagonist for spawning induction in the bullfrog (Lithobates catesbeianus). AQUACULTURE RESEARCH, v. 46, n. 12, p. 3093-3096, DEC 2015. Citações Web of Science: 1.

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